terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
No dia 10 de novembro...
No dia 10 de novembro de 1976, às 23 horas, também era uma quarta-feira, eu cheguei a esse mundo com uma primeira missão. Aumentar uma família. No decurso da minha vida, outras missões me foram postas à prova, construí e “descontruí” muitas coisas, ampliei minha família com amizades que nunca se romperão, fiz muita gente rir, também fiz muita gente chorar. Desenhei metas e estratégias para enfrentar minhas batalhas pessoais, afetivas e profissionais, sem que isso custasse a dor de outras pessoas.
Sou determinada, teimosa, nada fácil de lidar, mas acima de tudo justa e amorosa. Quem é perfeito? Não quero e não faço questão de ser perfeita. As pessoas e a própria vida já cobram excelência em tudo e quanto mais perfeita, mais cobrada a gente é. Tô fora! Não dou a outra face, mas já perdoei muito, já amei muito, já lutei com tudo o que podia e, por isso, nem tudo foi perda nas batalhas em que fui vencida.
Hoje, aos 34 anos, sou uma mulher que continua na luta, que tem projetos de vida, que pensa em continuar aumentando a família, dessa vez, com herdeiro do meu próprio sangue e, espero, somente das qualidades...rs
Gosto do meu trabalho, pois conheci centenas de rostos, de histórias surpreendentes e emocionantes, chorei solidária com os infortúnios de algumas pessoas e fiquei feliz em poder ajudar algumas delas, com minhas reportagens.
Minha missão de vida? Ajudar as pessoas sabendo entendê-las, iluminando os caminhos tortuosos e árduos por onde passar com compaixão e amor. Às vezes, é difícil iluminar, muitas vezes quero mesmo é que a escuridão assombre quem ou o que me ameaça ou me ataca no caminho, mas a gente sempre tem escolha.
Vim, vi e estou vencendo, ganhando ou perdendo, minha bagagem é rica de experiências, de lembranças, de VIDA.
Sou determinada, teimosa, nada fácil de lidar, mas acima de tudo justa e amorosa. Quem é perfeito? Não quero e não faço questão de ser perfeita. As pessoas e a própria vida já cobram excelência em tudo e quanto mais perfeita, mais cobrada a gente é. Tô fora! Não dou a outra face, mas já perdoei muito, já amei muito, já lutei com tudo o que podia e, por isso, nem tudo foi perda nas batalhas em que fui vencida.
Hoje, aos 34 anos, sou uma mulher que continua na luta, que tem projetos de vida, que pensa em continuar aumentando a família, dessa vez, com herdeiro do meu próprio sangue e, espero, somente das qualidades...rs
Gosto do meu trabalho, pois conheci centenas de rostos, de histórias surpreendentes e emocionantes, chorei solidária com os infortúnios de algumas pessoas e fiquei feliz em poder ajudar algumas delas, com minhas reportagens.
Minha missão de vida? Ajudar as pessoas sabendo entendê-las, iluminando os caminhos tortuosos e árduos por onde passar com compaixão e amor. Às vezes, é difícil iluminar, muitas vezes quero mesmo é que a escuridão assombre quem ou o que me ameaça ou me ataca no caminho, mas a gente sempre tem escolha.
Vim, vi e estou vencendo, ganhando ou perdendo, minha bagagem é rica de experiências, de lembranças, de VIDA.
domingo, 24 de outubro de 2010
Penso, logo realizo
Há mais verdade e realidade no que não podemos ver ou tocar do que a maioria de nós é capaz de compreender. Só sei que nesta semana tive uma prova do quanto a força do pensamento e do sentimento pode nos aproximar daquilo ou de quem queremos. Por alguns dias me concentrei naquilo que eu mais queria. Em uma noite eu chamei, em pensamento, alguém que eu não via há algum tempo. No dia seguinte, ele apareceu e, de certa forma, me disse "estou aqui".
Antes que você pense que esse alguém é um ser espiritual, não é. Ele é mais carne do que espírito, digo isso considerando que ele ainda tem um longo caminho a percorrer rumo ao amadurecimento espiritual e emocional.
O que importa é que ele recebeu meu chamado e eu fiquei feliz como há muito tempo não me sentia. E isso é tão forte que eu também posso sentir quando ele me "chama".
Antes que você pense que esse alguém é um ser espiritual, não é. Ele é mais carne do que espírito, digo isso considerando que ele ainda tem um longo caminho a percorrer rumo ao amadurecimento espiritual e emocional.
O que importa é que ele recebeu meu chamado e eu fiquei feliz como há muito tempo não me sentia. E isso é tão forte que eu também posso sentir quando ele me "chama".
quinta-feira, 27 de maio de 2010
18 anos do milagre de Santa Bakhita em Santos
Há 18 anos, acontecia o primeiro milagre atribuído à Santa Josefina Bakhita, em Santos. Apenas dez dias após a beatificação de Bakhita, Eva da Costa Onishi, que sofria de diabetes, teve as feridas das pernas curadas. O milagre da cura aconteceu 24 horas depois de Eva apelar à Santa e esfregar o santinho com a imagem de Bakhita sobre as feridas.
O milagre foi comprovado e Bakhita foi canonizada.
Josefina Bakhita foi um ser iluminado que passou pelo mundo terreno dedicando-se ao bem, dentro de sua religiosidade, e após o seu desencarne.
Eu soube disso hoje enquanto entrevistava o padre Caetano Rizzi, que é vigário judicial da Diocese de Santos e doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma.
Como eu acredito que nada acontece por acaso, decidi postar sobre o assunto hoje aqui no blog.
Santa Josefina Bakhita
Nascida no Sudão, em 1869, Bakhita foi raptada ainda criança e vendida como escrava, converteu-se à Igreja Católica Apostólica Romana, até que enfim, tornou-se uma Irmã Canossiana ao entrar para a Congregação das Filhas da Caridade Canossianas, na Itália, onde viveu até a sua morte, em 8 de fevereiro de 1947. Beatificada no dia 17 de maio de 1992, a Madre Morena, como era chamada, foi declarada santa pelo papa João Paulo II, em 1º de outubro de 2000.
Leia mais sobre a história de Santa Bakhita
Uma igreja foi construída para esta santa em Santos
O milagre foi comprovado e Bakhita foi canonizada.
Josefina Bakhita foi um ser iluminado que passou pelo mundo terreno dedicando-se ao bem, dentro de sua religiosidade, e após o seu desencarne.
Eu soube disso hoje enquanto entrevistava o padre Caetano Rizzi, que é vigário judicial da Diocese de Santos e doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma.
Como eu acredito que nada acontece por acaso, decidi postar sobre o assunto hoje aqui no blog.
Santa Josefina Bakhita
Nascida no Sudão, em 1869, Bakhita foi raptada ainda criança e vendida como escrava, converteu-se à Igreja Católica Apostólica Romana, até que enfim, tornou-se uma Irmã Canossiana ao entrar para a Congregação das Filhas da Caridade Canossianas, na Itália, onde viveu até a sua morte, em 8 de fevereiro de 1947. Beatificada no dia 17 de maio de 1992, a Madre Morena, como era chamada, foi declarada santa pelo papa João Paulo II, em 1º de outubro de 2000.
Leia mais sobre a história de Santa Bakhita
Uma igreja foi construída para esta santa em Santos
domingo, 23 de maio de 2010
O sofrimento pode deixar uma pessoa "maluca"?
Uma perda pode deixar uma pessoa saudável e sã "maluca"? Maluca, no sentido, de desenvolver doenças psiquícas como a depressão, TOC, entre outras? Sim, pode. Nenhum tipo de perda pode ser substimada. Ninguém pode dizer a alguém que vive uma dor profunda de uma perda afetiva, por exemplo, que a dor dela "não é nada", e, por achar bobagem, negligenciar ajuda ou ridicularizar o problema. AS PESSOAS SOFREM!
Tenho lido muita coisa dita por psicólogos, psiquiátras, reikianos, esotéricos, etc, e descoberto que as pessoas, em sua maioria, não estão preparadas para o sofrimento.
Diante do sofrimento, algumas pessoas "fogem" para a alienação, outras que enfrentam a dor até ficam doentes, outras agressivas, algumas se aproximam de outras pessoas, outras se isolam, e outras até se matam, num momento de desespero.
A dor da perda de um ente que morreu, a dor da separação do namorado ou marido, a falência, o envelhecimento. São tantos os motivos que podem levar uma pessoa à "loucura". Loucura no sentido de que uma perda pode trazer sérias consequências, pode provocar uma mudança brusca na vida de alguém.
Ontem, assisti ao filme Reine Sobre Mim (Reigh Over Me), com Don Cheadle e Adam Sandler, que mostra justamente isso, como um sofrimento pode transformar uma pessoa. É um filme espetacular. Existem duas situações de perda que afetaram profundamente os personagens no filme. A história do personagem vivido por Adam Sandler, e a história da personagem Donna (Safron Burrows), que sofreu uma perda amorosa. Mais do que um ótimo filme, Reine sobre Mim, é uma lição de vida.
Assista a uma das melhores sequências do filme "Reine Sobre Mim". Clique no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=f5_OTlSpjTc&feature=related
Tenho lido muita coisa dita por psicólogos, psiquiátras, reikianos, esotéricos, etc, e descoberto que as pessoas, em sua maioria, não estão preparadas para o sofrimento.
Diante do sofrimento, algumas pessoas "fogem" para a alienação, outras que enfrentam a dor até ficam doentes, outras agressivas, algumas se aproximam de outras pessoas, outras se isolam, e outras até se matam, num momento de desespero.
A dor da perda de um ente que morreu, a dor da separação do namorado ou marido, a falência, o envelhecimento. São tantos os motivos que podem levar uma pessoa à "loucura". Loucura no sentido de que uma perda pode trazer sérias consequências, pode provocar uma mudança brusca na vida de alguém.
Ontem, assisti ao filme Reine Sobre Mim (Reigh Over Me), com Don Cheadle e Adam Sandler, que mostra justamente isso, como um sofrimento pode transformar uma pessoa. É um filme espetacular. Existem duas situações de perda que afetaram profundamente os personagens no filme. A história do personagem vivido por Adam Sandler, e a história da personagem Donna (Safron Burrows), que sofreu uma perda amorosa. Mais do que um ótimo filme, Reine sobre Mim, é uma lição de vida.
Assista a uma das melhores sequências do filme "Reine Sobre Mim". Clique no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=f5_OTlSpjTc&feature=related
domingo, 2 de maio de 2010
Ajudinha do 'além' teria dado tetra ao Brasil na Copa de 94
No aniversário de 16 anos da morte do piloto Ayrton Senna, o jogador italiano Roberto Baggio declarou, em entrevista à Globo, que perdeu o pênalti que deu o tetracampeonato à seleção brasileira na Copa do Mundo, em 1994, à uma ajudinha de Ayrton Senna.
Naquele 17 de julho, dia da final da Copa, apesar do clima de festa e da quase certeza do TETRA, os brasileiros ainda estavam consternados com a morte repentina de Senna, no dia 1o de Maio. Senna bateu forte na curva Tamburello, no Grande Prêmio de Ímola, na Itália, encerrando ali sua jornada na Terra.
Leia a reportagem na íntegra. Clique no link:
http://copadomundo.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/05/02/baggio-diz-que--fantasma--de-senna-deu-titulo-ao-brasil-na-copa-de-1994.jhtm
Naquele 17 de julho, dia da final da Copa, apesar do clima de festa e da quase certeza do TETRA, os brasileiros ainda estavam consternados com a morte repentina de Senna, no dia 1o de Maio. Senna bateu forte na curva Tamburello, no Grande Prêmio de Ímola, na Itália, encerrando ali sua jornada na Terra.
Leia a reportagem na íntegra. Clique no link:
http://copadomundo.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/05/02/baggio-diz-que--fantasma--de-senna-deu-titulo-ao-brasil-na-copa-de-1994.jhtm
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Feto de 22 semanas sobrevive 24 horas após aborto na Itália
Fiquei estarrecida ao ler esta notícia. Leis devem ser cumpridas, mas quando a aplicação de uma lei custa uma VIDA, eu entendo que o socorro é prioridade, principalmente, quando, após um aborto, o bebê sobreviveu ainda por 24 HORAS. A notícia da BBC Brasil foi publicada na Folha Online de hoje.
Leia no blog ou clique no link para ler a publicação.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u727648.shtml
29/04/2010 - 11h39
Feto de 22 semanas sobrevive 24 horas após aborto na Itália
da BBC Brasil
Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul da Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente.
O caso teve grande repercussão na Itália, onde grupos católicos reivindicam mudanças na lei que legaliza o aborto.
A interrupção da primeira gravidez de uma mulher, cujo nome foi mantido sob sigilo, aconteceu no hospital Nicola Giannatasio, na noite de 24 de abril. Segundo informações do próprio hospital, a paciente decidiu abortar após ver o resultado da última ecografia, que teria indicado má-formação feto.
No dia seguinte, um domingo, o sacerdote do hospital, dom Antonio Martello, foi avisado por um funcionário de que o feto ainda apresentava sinais de vida.
O feto então foi transferido para a unidade de tratamento intensivo neo-natal de outro hospital, na cidade próxima de Cosenza, mas acabou morrendo na madrugada de domingo para segunda-feira.
A Procuradoria da República de Rossano Calabro abriu um inquérito por "homicídio voluntário" para apurar se houve violação da lei por abandono terapêutico do feto no hospital de Rossano Calabro. De acordo com as autoridades judiciárias, a morte deveria ter sido confirmada após a interrupção da gravidez.
"A hipótese investigativa é de homicídio voluntário, porque não podemos excluir que houve dolo ou indiferença em relação à possibilidade de sobrevivência, com omissão de terapia de recuperação", afirmou o procurador Leonardo De Castris.
Negligência
Segundo a Cúria da cidade, os médicos foram negligentes e omitiram socorro ao feto que ainda estava vivo.
"Houve uma arbitrária superficialidade de médicos e autoridades hospitalares ao omitirem qualquer tipo de tratamento e reanimação da criança que, apesar disso, sobreviveu autonomamente", diz um comunicado da Cúria.
A lei italiana autoriza o aborto nas primeiras 22 semanas nos casos em que a gravidez representa risco à saúde psicológica e física da mãe e quando há diagnóstico de má-formação do feto.
Depois desse período, a gravidez só pode ser interrompida, se a vida da mãe correr perigo ou se houver grave má-formação do feto. As normas também garantem terapia de apoio à respiração, mas apenas aos fetos nascidos a partir de 23 semanas, quando a chance de sobrevivência è maior.
Revisão
O caso provocou discussão na Itália, onde grupos católicos com o apoio da Igreja pedem a revisão da lei de 1978 que autoriza o aborto.
"O médico não deve olhar a data, mas o feto. Se após um aborto ele permanece vivo, é obrigatório fazer com que continue vivendo. Uma pessoa, que já esta fora do útero da mãe, demonstra vitalidade, deve ser socorrida", disse Monsenhor Elio Sgreccia, presidente emérito da Pontifica Academia para a Vida, ao comentar o caso.
Um das mudanças que os grupos católicos reivindicam é a antecipação do que se considera o período de sobrevivência do feto.
Segundo o jornal oficial da Santa Sé, o Osservatore Romano, há possibilidade de sobrevivência mesmo antes de 22 semanas de gestação, mas a lei não prevê assistência ao feto nesses casos.
"A lei italiana proíbe o aborto quando existe uma possibilidade do feto sobreviver, isto é, depois de 22 semanas de gestação. Mas se ele nascer antes, não quer dizer que nascerá morto, ao contrário, sente dor (a partir da 20ª semana) e faz pequenos movimentos. Não é possível fazer de conta que não se sabe disso", diz o artigo publicado pelo jornal do Vaticano.
O diário da Santa Sé reivindica direitos para todos os recém-nascidos.
"Se não for possível reanimá-lo, por ser pequeno demais, que ao menos tenha um ambiente quente e digno, uma companhia humana, um nome e uma sepultura, como qualquer outra pessoa prestes a morrer."
Leia no blog ou clique no link para ler a publicação.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u727648.shtml
29/04/2010 - 11h39
Feto de 22 semanas sobrevive 24 horas após aborto na Itália
da BBC Brasil
Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul da Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente.
O caso teve grande repercussão na Itália, onde grupos católicos reivindicam mudanças na lei que legaliza o aborto.
A interrupção da primeira gravidez de uma mulher, cujo nome foi mantido sob sigilo, aconteceu no hospital Nicola Giannatasio, na noite de 24 de abril. Segundo informações do próprio hospital, a paciente decidiu abortar após ver o resultado da última ecografia, que teria indicado má-formação feto.
No dia seguinte, um domingo, o sacerdote do hospital, dom Antonio Martello, foi avisado por um funcionário de que o feto ainda apresentava sinais de vida.
O feto então foi transferido para a unidade de tratamento intensivo neo-natal de outro hospital, na cidade próxima de Cosenza, mas acabou morrendo na madrugada de domingo para segunda-feira.
A Procuradoria da República de Rossano Calabro abriu um inquérito por "homicídio voluntário" para apurar se houve violação da lei por abandono terapêutico do feto no hospital de Rossano Calabro. De acordo com as autoridades judiciárias, a morte deveria ter sido confirmada após a interrupção da gravidez.
"A hipótese investigativa é de homicídio voluntário, porque não podemos excluir que houve dolo ou indiferença em relação à possibilidade de sobrevivência, com omissão de terapia de recuperação", afirmou o procurador Leonardo De Castris.
Negligência
Segundo a Cúria da cidade, os médicos foram negligentes e omitiram socorro ao feto que ainda estava vivo.
"Houve uma arbitrária superficialidade de médicos e autoridades hospitalares ao omitirem qualquer tipo de tratamento e reanimação da criança que, apesar disso, sobreviveu autonomamente", diz um comunicado da Cúria.
A lei italiana autoriza o aborto nas primeiras 22 semanas nos casos em que a gravidez representa risco à saúde psicológica e física da mãe e quando há diagnóstico de má-formação do feto.
Depois desse período, a gravidez só pode ser interrompida, se a vida da mãe correr perigo ou se houver grave má-formação do feto. As normas também garantem terapia de apoio à respiração, mas apenas aos fetos nascidos a partir de 23 semanas, quando a chance de sobrevivência è maior.
Revisão
O caso provocou discussão na Itália, onde grupos católicos com o apoio da Igreja pedem a revisão da lei de 1978 que autoriza o aborto.
"O médico não deve olhar a data, mas o feto. Se após um aborto ele permanece vivo, é obrigatório fazer com que continue vivendo. Uma pessoa, que já esta fora do útero da mãe, demonstra vitalidade, deve ser socorrida", disse Monsenhor Elio Sgreccia, presidente emérito da Pontifica Academia para a Vida, ao comentar o caso.
Um das mudanças que os grupos católicos reivindicam é a antecipação do que se considera o período de sobrevivência do feto.
Segundo o jornal oficial da Santa Sé, o Osservatore Romano, há possibilidade de sobrevivência mesmo antes de 22 semanas de gestação, mas a lei não prevê assistência ao feto nesses casos.
"A lei italiana proíbe o aborto quando existe uma possibilidade do feto sobreviver, isto é, depois de 22 semanas de gestação. Mas se ele nascer antes, não quer dizer que nascerá morto, ao contrário, sente dor (a partir da 20ª semana) e faz pequenos movimentos. Não é possível fazer de conta que não se sabe disso", diz o artigo publicado pelo jornal do Vaticano.
O diário da Santa Sé reivindica direitos para todos os recém-nascidos.
"Se não for possível reanimá-lo, por ser pequeno demais, que ao menos tenha um ambiente quente e digno, uma companhia humana, um nome e uma sepultura, como qualquer outra pessoa prestes a morrer."
quinta-feira, 22 de abril de 2010
"Mulheres Possíveis", de Martha Medeiros
Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.
Martha Medeiros
Jornalista e escritora
Colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro
(Foto:cred. Divulgação)
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.
Martha Medeiros
Jornalista e escritora
Colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro
(Foto:cred. Divulgação)
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Até breve, "Menina"
“Menina”, “Pequena”, sapeca. Ela sempre foi tão sapeca que durante toda a sua vida carinhosamente eu e toda minha família, também família dela, a chamávamos de “Menina” ou “Pequena”. Ela já era uma senhora de 11 anos, mas essa gatinha matreira parecia ter, no máximo, 2 anos.
Menina, meu bebê, gostava de beber água da torneira, água corrente e tinha que ser na mão, não adiantava abrir a torneira e deixá-la se virar. E como bebia água a danadinha. Sabe se lá como ela descobriu que muito além do que ela alcançava havia água corrente.
A Menina, ao contrário da maioria dos gatos, quase não dormia. Ela estava sempre ligada. Eu dizia: “Pequena, esses olhinhos espertos a essa hora, bebê”. E ela me olhava como se entendesse e miava, “conversando”. É, ela conversava, ronronando ou resmungando. “Menina” tinha lá o seu vocabulário para falar com o bicho pensante, nós, que pouco entendíamos o que aquela adorável criaturinha dizia.
Nos últimos dias aqueles olhinhos espertos deram lugar a um olhar quase inerte. Durante pouco mais de uma semana, acompanhei os últimos dias do meu bichinho amado. Dei remédio, fiz imposição das mãos, brinquei, acolhi, acariciei, dediquei todo o meu amor por ela, fazendo com que ela sentisse que eu estava ali. Na sua última noite em vida, Menina dormiu na minha cama, onde eu a abracei, como se dessa forma, eu pudesse, de alguma forma aliviar a sua dor que eu não podia ver ou até mesmo CURÁ-LA.
Hoje de manhã, levamos Menina ao médico. Ela parecia melhor, mais esperta, com os olhinhos matreiros mais espertos. Ela tomou soro, foi medicada. Durante todo o tempo eu permaneci ao seu lado, acarinhando seu pêlo. Voltamos para casa, e pouco tempo depois, cerca de meia hora, aqueles olhinhos que eu tanto amava haviam morrido.
Durante uns poucos segundos eu não acreditava que havíamos perdido a batalha para a doença dela. Eu não chorava naquele instante, em choque, peguei meu bichinho e corri para o veterinário. No caminho, comecei a lembrar da Menina viva e saudável até dez dias atrás. Aí não deu, desabei a chorar. Choro ainda e vou chorar por algum tempo até que a saudade se transforme em conforto porque o sofrimento do meu bichinho acabou.
Menina morreu aos 11 anos de idade, no dia 12 de abril de 2010, por volta das 12h30. Meu bebê nasceu na madrugada do dia 26 de dezembro de 1998.
Até breve, meu bebê! Até breve!
Menina, meu bebê, gostava de beber água da torneira, água corrente e tinha que ser na mão, não adiantava abrir a torneira e deixá-la se virar. E como bebia água a danadinha. Sabe se lá como ela descobriu que muito além do que ela alcançava havia água corrente.
A Menina, ao contrário da maioria dos gatos, quase não dormia. Ela estava sempre ligada. Eu dizia: “Pequena, esses olhinhos espertos a essa hora, bebê”. E ela me olhava como se entendesse e miava, “conversando”. É, ela conversava, ronronando ou resmungando. “Menina” tinha lá o seu vocabulário para falar com o bicho pensante, nós, que pouco entendíamos o que aquela adorável criaturinha dizia.
Nos últimos dias aqueles olhinhos espertos deram lugar a um olhar quase inerte. Durante pouco mais de uma semana, acompanhei os últimos dias do meu bichinho amado. Dei remédio, fiz imposição das mãos, brinquei, acolhi, acariciei, dediquei todo o meu amor por ela, fazendo com que ela sentisse que eu estava ali. Na sua última noite em vida, Menina dormiu na minha cama, onde eu a abracei, como se dessa forma, eu pudesse, de alguma forma aliviar a sua dor que eu não podia ver ou até mesmo CURÁ-LA.
Hoje de manhã, levamos Menina ao médico. Ela parecia melhor, mais esperta, com os olhinhos matreiros mais espertos. Ela tomou soro, foi medicada. Durante todo o tempo eu permaneci ao seu lado, acarinhando seu pêlo. Voltamos para casa, e pouco tempo depois, cerca de meia hora, aqueles olhinhos que eu tanto amava haviam morrido.
Durante uns poucos segundos eu não acreditava que havíamos perdido a batalha para a doença dela. Eu não chorava naquele instante, em choque, peguei meu bichinho e corri para o veterinário. No caminho, comecei a lembrar da Menina viva e saudável até dez dias atrás. Aí não deu, desabei a chorar. Choro ainda e vou chorar por algum tempo até que a saudade se transforme em conforto porque o sofrimento do meu bichinho acabou.
Menina morreu aos 11 anos de idade, no dia 12 de abril de 2010, por volta das 12h30. Meu bebê nasceu na madrugada do dia 26 de dezembro de 1998.
Até breve, meu bebê! Até breve!
sexta-feira, 26 de março de 2010
Caso Isabella
Por volta da 0h40 deste sábado, dia 27 de março de 2010, o juiz Maurício Fossem, do Fórum Regional de Santana, na capital paulista, proferiu a sentença da condenação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, a 31 anos e 26 anos, respectivamente, peolo assassinato da pequena Isabella de OLiveira Nardoni, de 5 anos de idade.
Mas, quem condenou o casal pela morte de Isabella? Foram eles próprios. Como acreditar na inocência de um pai que não chora e não se desespera com a morte da filha? Como crer em uma mulher, que na condição de madrasta e mãe de duas outras crianças, não chora à morte da enteada? Choraram desesperadamente, ao longo desta semana, lamentando a privação da própria liberdade, que desde o primeiro dia de julgamento estava clara.
A frieza emocional descrita pelo promotor Francisco Cembranelli, foi percebida por todo mundo que acompanhou este triste caso, no decurso desses dois anos.
Isabella, hoje um anjo, morreu brutalmente no dia 29 de março de 2008. E, acredito, finalmente descansará em paz, no plano espiritual. Tomara, que aqui no plano terrestre,a mãe Ana Carolina Oliveira, encontre um pouco de conforto na condenação de quem lhe tirou o ser mais precioso de sua vida, covardemente.
A Justiça, o acerto de contas não se limita ao olhar dos homens. A Justiça do Universo também se pronunciará no momento certo.
Eu estava na redação do jornal, aguardando a sentença, quando, no momento em que entrou a vinheta do plantão globo, meu coração acelerou. Eu esperava ansiosamente pela decisão não só como jornalista, mas como pessoa, que tem um senso de justiça. E senti um estranho alívio com a decisão proferida.
Mas, quem condenou o casal pela morte de Isabella? Foram eles próprios. Como acreditar na inocência de um pai que não chora e não se desespera com a morte da filha? Como crer em uma mulher, que na condição de madrasta e mãe de duas outras crianças, não chora à morte da enteada? Choraram desesperadamente, ao longo desta semana, lamentando a privação da própria liberdade, que desde o primeiro dia de julgamento estava clara.
A frieza emocional descrita pelo promotor Francisco Cembranelli, foi percebida por todo mundo que acompanhou este triste caso, no decurso desses dois anos.
Isabella, hoje um anjo, morreu brutalmente no dia 29 de março de 2008. E, acredito, finalmente descansará em paz, no plano espiritual. Tomara, que aqui no plano terrestre,a mãe Ana Carolina Oliveira, encontre um pouco de conforto na condenação de quem lhe tirou o ser mais precioso de sua vida, covardemente.
A Justiça, o acerto de contas não se limita ao olhar dos homens. A Justiça do Universo também se pronunciará no momento certo.
Eu estava na redação do jornal, aguardando a sentença, quando, no momento em que entrou a vinheta do plantão globo, meu coração acelerou. Eu esperava ansiosamente pela decisão não só como jornalista, mas como pessoa, que tem um senso de justiça. E senti um estranho alívio com a decisão proferida.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O espírito fraterno na Pró-Vida
A vida anda tão corrida que 24 horas parecem não serem suficientes para dar conta de todos os afazeres e compromissos. Corro contra o relógio. Por isso, mal consigo arranjar um tempinho para frequentar a Pró-Vida. Mas, posso dizer que se não vou à Pró-Vida, ela vem até mim.
Dia desses, eu estava deixando o estacionamento próximo de onde eu trabalho, pra variar saindo correndo, quando uma senhora, muito gentil, me chamou e disse que também era da Pró-Vida. No meu carro tem um adesivo da Pró-Vida.
Eu estava com pressa e atrasada para o meu compromisso, mas eu parei naquele momento e decidi "esquecer" o atraso. Aquela senhora que nunca me viu na vida foi tão simpática, considerando que eu era uma estranha para ela, porque tínhamos a Pró-Vida em comum.
A Pró-Vida estimula a energia boa que temos dentro de nós e faz com exercitamos os bons sentimentos, a cordialidade e a fraternidade no nosso cotidiano.
Ainda naquele fim de tarde, a senhora me avisou da palestra que aconteceria logo mais à noite, que seria ministrada por alguém que foi amigo do Dr. Celso Charuri. Infelizmente não pude assistir e trocar essa energia boa que existe na Pró-Vida.
Fica para a próxima e a "próxima" oportunidade virá e eu irei. É nisso que eu acredito.
Dia desses, eu estava deixando o estacionamento próximo de onde eu trabalho, pra variar saindo correndo, quando uma senhora, muito gentil, me chamou e disse que também era da Pró-Vida. No meu carro tem um adesivo da Pró-Vida.
Eu estava com pressa e atrasada para o meu compromisso, mas eu parei naquele momento e decidi "esquecer" o atraso. Aquela senhora que nunca me viu na vida foi tão simpática, considerando que eu era uma estranha para ela, porque tínhamos a Pró-Vida em comum.
A Pró-Vida estimula a energia boa que temos dentro de nós e faz com exercitamos os bons sentimentos, a cordialidade e a fraternidade no nosso cotidiano.
Ainda naquele fim de tarde, a senhora me avisou da palestra que aconteceria logo mais à noite, que seria ministrada por alguém que foi amigo do Dr. Celso Charuri. Infelizmente não pude assistir e trocar essa energia boa que existe na Pró-Vida.
Fica para a próxima e a "próxima" oportunidade virá e eu irei. É nisso que eu acredito.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Fala, coração
O indivíduo que leva a vida como se fosse um produto fabricado em série tende a sofrer ao se deparar com as adversidades da vida. Não existe um manual de instrução que oriente você sobre qual é a peça do “lado de dentro” que está com defeito e precisa ser trocada. Cada indivíduo, como a própria palavra diz, é único. Só você sabe qual é a peça danificada dentro de você que necessita de reparo e não de “troca”. Não existe outra peça para ser reposta.
Quando você entender que ao seguir um padrão de comportamento e de interpretação imposto por um inconsciente coletivo só faz aumentar o seu complexo de culpa, o sofrimento acaba ou ameniza. Não é ignorando o problema na cabeça que você será feliz. O problema não pode ser “deletado”. Ele tem que ser enfrentado.
Feche os olhos, respire fundo e esqueça o comportamento e as ideias aprendidas ao longo da sua vida. Quem ouve o coração mantém a mente sã e vive uma vida feliz. O coração sempre aponta para o que provoca a felicidade.
(*) Essa reflexão surgiu após um papo sobre o comportamento humano , suas complexidades, dores e “feridas” mal curadas da alma. Quem segue o padrão social de civilização, vive na marginalidade pessoal.
Você está preparado para enfrentar a si mesmo?
Quando você entender que ao seguir um padrão de comportamento e de interpretação imposto por um inconsciente coletivo só faz aumentar o seu complexo de culpa, o sofrimento acaba ou ameniza. Não é ignorando o problema na cabeça que você será feliz. O problema não pode ser “deletado”. Ele tem que ser enfrentado.
Feche os olhos, respire fundo e esqueça o comportamento e as ideias aprendidas ao longo da sua vida. Quem ouve o coração mantém a mente sã e vive uma vida feliz. O coração sempre aponta para o que provoca a felicidade.
(*) Essa reflexão surgiu após um papo sobre o comportamento humano , suas complexidades, dores e “feridas” mal curadas da alma. Quem segue o padrão social de civilização, vive na marginalidade pessoal.
Você está preparado para enfrentar a si mesmo?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Será????
Estudo aponta "benefícios" do pensamento negativo. Leia e tire suas próprias conclusões.
Pensamento negativo melhora memória e senso crítico
Além disso, pessoas de mau humor se mostraram mais capazes de defender suas ideias por escrito
Reuters
SYDNEY, Austrália - Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.
O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.
"Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e atento ao mundo exterior", escreveu Forgas.
"Nossa pesquisa sugere que a tristeza... promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes".
Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.
Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.
Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.
O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que "um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido".
O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science.
A matéria foi publicada no estadao.com.br
Pensamento negativo melhora memória e senso crítico
Além disso, pessoas de mau humor se mostraram mais capazes de defender suas ideias por escrito
Reuters
SYDNEY, Austrália - Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.
O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.
"Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e atento ao mundo exterior", escreveu Forgas.
"Nossa pesquisa sugere que a tristeza... promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes".
Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.
Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.
Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.
O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que "um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido".
O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science.
A matéria foi publicada no estadao.com.br
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O "telefone" só toca de "lá" pra cá?
O telefone só toca de lá pra cá. Assim falava Francisco Cândido Xavier, ou como nós o conhecemos, Chico Xavier. Pois é, parece que um dos espíritos mais iluminados que já esteve entre nós, neste plano físico, teria feito uma ligação para o plano de cá.
Na coluna "Coisas de lá e de cá", do querido colega Zezinho, publicada no Jornal Diário do Litoral, no último domingo, uma história emocionante. E é claro que seria, pois trata-se do Chico, aquele homem bondoso que dedicou sua jornada terrena fazendo o bem a todos.
Em carne, ele distribuia sua energia. Através da fé naquele homem franzino, a pessoa colhia a paz de espírito que acalmava um coração que ficou vazio do lado de cá, em razão da partida de alguém amado para o lado de "lá".
A imensa aura de Chico contagiava a todos que o procuravam de perto, que o tocavam, que falavam com ele, e também os que o viam de longe, pela televisão, como eu.
E, em espírito, ele parece continuar a emanar sua luz, sua bondade, sua elevação espiritual, além do que podemos compreender.
Mas, voltando à coluna, Zezinho contou fatos que aconteceram durante as gravações do filme sobre a vida e obra de Chico Xavier. Atores comentam que se emocionaram, sentiram sua presença e há quem diga que até viu aquele ser de luz que tanto contribuiu para que o seu semelhante se sentisse um pouco melhor neste mundo limitado que conhecemos.
Chico, sempre esteve cá e lá. Trabalhando pelo bem dos que ficaram e dos que partiram.
Chico não tinha vaidade. Era desprendido de toda matéria. Ele já estava além desse mundo.
Mas, por que Chico não teria dado uma passadinha no set de gravação do filme sobre a sua vida na Terra? Talvez ele tenha passado por Uberaba sim onde foram gravadas as cenas, onde ele viveu e cumpriu sua missão de vida. Talvez ele tenho passado não para dar uma espiadinha em como estariam contando sua história, mas para enviar uma mensagem de fé, com um Propósito Maior. Talvez ele tenha energizado os atores e toda a equipe do set de filmagem para que todos nós quando formos assistir ao filme, recebamos a mensagem. A Verdade que ele entendeu e o transformou num instrumento para transmiti-la.
Quem sabe não será este filme mais uma oportunidade de muitos entenderem o Propósito de Deus para cada um de nós. E, mais uma vez, através de Chico Xavier.
Veja o blog oficial "Chico Xavier - O filme". Clique aqui
Na coluna "Coisas de lá e de cá", do querido colega Zezinho, publicada no Jornal Diário do Litoral, no último domingo, uma história emocionante. E é claro que seria, pois trata-se do Chico, aquele homem bondoso que dedicou sua jornada terrena fazendo o bem a todos.
Em carne, ele distribuia sua energia. Através da fé naquele homem franzino, a pessoa colhia a paz de espírito que acalmava um coração que ficou vazio do lado de cá, em razão da partida de alguém amado para o lado de "lá".
A imensa aura de Chico contagiava a todos que o procuravam de perto, que o tocavam, que falavam com ele, e também os que o viam de longe, pela televisão, como eu.
E, em espírito, ele parece continuar a emanar sua luz, sua bondade, sua elevação espiritual, além do que podemos compreender.
Mas, voltando à coluna, Zezinho contou fatos que aconteceram durante as gravações do filme sobre a vida e obra de Chico Xavier. Atores comentam que se emocionaram, sentiram sua presença e há quem diga que até viu aquele ser de luz que tanto contribuiu para que o seu semelhante se sentisse um pouco melhor neste mundo limitado que conhecemos.
Chico, sempre esteve cá e lá. Trabalhando pelo bem dos que ficaram e dos que partiram.
Chico não tinha vaidade. Era desprendido de toda matéria. Ele já estava além desse mundo.
Mas, por que Chico não teria dado uma passadinha no set de gravação do filme sobre a sua vida na Terra? Talvez ele tenha passado por Uberaba sim onde foram gravadas as cenas, onde ele viveu e cumpriu sua missão de vida. Talvez ele tenho passado não para dar uma espiadinha em como estariam contando sua história, mas para enviar uma mensagem de fé, com um Propósito Maior. Talvez ele tenha energizado os atores e toda a equipe do set de filmagem para que todos nós quando formos assistir ao filme, recebamos a mensagem. A Verdade que ele entendeu e o transformou num instrumento para transmiti-la.
Quem sabe não será este filme mais uma oportunidade de muitos entenderem o Propósito de Deus para cada um de nós. E, mais uma vez, através de Chico Xavier.
Veja o blog oficial "Chico Xavier - O filme". Clique aqui
domingo, 25 de outubro de 2009
Você é o que você pensa de coração
Você é o que você pensa de coração. Pense positivamente, VEJA o que há de bom em sua vida e deseje todas as coisas boas. Energize-se e distribua essa energia boa. E a sua vida será só prosperidade e felicidade.
domingo, 18 de outubro de 2009
Parada pro cafezinho
Muita gente quando está triste, agitada ou estressada sente vontade de comer um doce ou saborear um chocolate. Isso acontece comigo e pode ser que já tenha ocorrido com você também. Ou então, quando alguém oferece um doce ou mesmo uma bala, em seguida alguém pronuncia "de amarga basta a vida". Ainda que inconscientemente as pessoas associam o doce a um "remedinho" para melhorar o estado de humor e tornar o dia mais aprazível, mais "gostoso", mais alegre e menos dolorido.
No último dia 14 de outubro um estudo publicado no 'Journal of Neuroscience', nos Estados Unidos, aponta que o chocolate e a água aliviam a dor, ativando uma parte do cérebro.
mas, isso não quer dizer que uma pessoa que adora chocolate e come bastante é infeliz.
Se o chocolate tem efeito antidepressivo eu não sei, mas quem dispensa um chocolate não é? Já a água faz muito bem em qualquer quantidade porque ela ajuda a hidratar e a limpar o organismo.
A matéria foi publicada na Folha Online. Leia a reportagem na íntegra
No último dia 14 de outubro um estudo publicado no 'Journal of Neuroscience', nos Estados Unidos, aponta que o chocolate e a água aliviam a dor, ativando uma parte do cérebro.
mas, isso não quer dizer que uma pessoa que adora chocolate e come bastante é infeliz.
Se o chocolate tem efeito antidepressivo eu não sei, mas quem dispensa um chocolate não é? Já a água faz muito bem em qualquer quantidade porque ela ajuda a hidratar e a limpar o organismo.
A matéria foi publicada na Folha Online. Leia a reportagem na íntegra
sábado, 10 de outubro de 2009
Lula desiste de taxar poupança
A boa nova deste sábado é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está desistindo da ideia de taxa os rendimentos das cardenetas de poupança acima de R$ 50 mil. Lula teria desistido de enviar o projeto ao Congresso Nacional, o que dependerá do aumento da taxa básica de juros, a Selic.
Considerando que nessa mesma semana o Governo Federal anunciou que adiará para 2010 a devolução das restituições do Imposto de Renda às Pessoas Físicas, a não taxação da poupança dá um fôlego aos assalariados da classe média para 2010.
Mas um país que tem a carga tributária pesada que tem não deveria mexer tanto nos bolsos dos brasileiros. O Brasil é o país da tarifa, do tributo, do imposto e das taxas.
A engrenagem da economia do país são os assalariados da classe média e para que o dinheiro continue circulando no mercado, é preciso tê-lo no bolso e nos bancos.
Considerando que nessa mesma semana o Governo Federal anunciou que adiará para 2010 a devolução das restituições do Imposto de Renda às Pessoas Físicas, a não taxação da poupança dá um fôlego aos assalariados da classe média para 2010.
Mas um país que tem a carga tributária pesada que tem não deveria mexer tanto nos bolsos dos brasileiros. O Brasil é o país da tarifa, do tributo, do imposto e das taxas.
A engrenagem da economia do país são os assalariados da classe média e para que o dinheiro continue circulando no mercado, é preciso tê-lo no bolso e nos bancos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nobel da Paz para Obama?!
Por que o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, recebeu o Prêmio Nobel da PAZ? Acredito que essa pergunta repercutiu por todo o globo terrestre, em cada canto onde a tecnologia pode levar a comunicação.
No caso do presidente norte-americano, não se trata de merecimento ou não do prêmio, mas em tempos de negociações de conflitos em países pelo mundo e de um possível envio de tropas norte-americanas de reforço ao Afeganistão, a concessão deste prêmio é estranha.
Mas, o próprio Obama se diz surpreso e doará o dinheiro do prêmio no valor de US$ 1,4 milhão à caridade.
Seria a concessão deste prêmio uma forma de pressionar Obama? Um ato político? Teria mesmo o prêmio sido concedido pelas boas intenções de Obama de "combater" possíveis armas nucleares? Fechar Guantânamo e condenar a tortura de presos (supostos terroristas)?
Enfim...é estranho.
No caso do presidente norte-americano, não se trata de merecimento ou não do prêmio, mas em tempos de negociações de conflitos em países pelo mundo e de um possível envio de tropas norte-americanas de reforço ao Afeganistão, a concessão deste prêmio é estranha.
Mas, o próprio Obama se diz surpreso e doará o dinheiro do prêmio no valor de US$ 1,4 milhão à caridade.
Seria a concessão deste prêmio uma forma de pressionar Obama? Um ato político? Teria mesmo o prêmio sido concedido pelas boas intenções de Obama de "combater" possíveis armas nucleares? Fechar Guantânamo e condenar a tortura de presos (supostos terroristas)?
Enfim...é estranho.
domingo, 28 de junho de 2009
O diploma de jornalista
A exigência do diploma de jornalista significa muito mais do que ter um certificado oficial de nível superior reconhecido pelo Ministério da Educação. O diploma significa quatro anos de estudo de comunição social com HABILITAÇÃO EM JORNALISMO. Para escrever uma matéria não basta ser bom de redação e conhecedor da língua portuguesa, é preciso conhecer as técnicas para reportar um acontecimento de maneira clara, objetiva e isenta. É preciso reportar todas as versões do mesmo fato, ser isento, imparcial, e "enxergar" o que um determinado acontecimento trará de consequências. O leitor vai perguntar enquanto ler o texto e a gente tem que ter todas as respostas ali, ou pelo menos, a maioria delas.
Além do conhecimento acadêmico necessário ao exercício da profissão de jornalista, o diploma significa garantir a regulamentação da profissão, fazer valer o registro profissional no Ministério do Trabalho, ser instrumento de peso nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho junto às empresas para que os pisos salariais e outros benefícios trabalhistas conquistados sejam cumpridos.
Derrubar a obrigatoriedade do diploma para a prática jornalística é desmoralizar, desestabilizar, enfraquecer uma categoria de profissionais intelectuais, críticos e politizados.
Ao longo da história da humanidade um poder maior como a igreja, o judiciário, ou governantes loucos sempre tentaram banir àqueles que tinham a capacidade intelectual e a coragem de alertar as imoralidades, os retrocessos, as corrupções, os criminosos camuflados de um sistema societário "doente". E é isso que o poder supremo do judiciário está fazendo agora, começando pelos jornalistas. Parte dos membros do Supremo Tribunal Federal não é digna de ocupar aquelas cadeiras e ser remunerada com grandes salários. Alguns ministros deveriam rasgar suas togas, mas em vez disso, são muito bem pagos por sua imoralidade, num sistema criado para a JUSTIÇA.
Mas, apesar de supremo, o STF não é absoluto. Há instrumentos judiciais que podem invalidar a decisão do STF contra os jornalistas, segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Então, que CUMPRA-SE o direto à liberdade de ser profissional diplomado de imprensa.
Além do conhecimento acadêmico necessário ao exercício da profissão de jornalista, o diploma significa garantir a regulamentação da profissão, fazer valer o registro profissional no Ministério do Trabalho, ser instrumento de peso nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho junto às empresas para que os pisos salariais e outros benefícios trabalhistas conquistados sejam cumpridos.
Derrubar a obrigatoriedade do diploma para a prática jornalística é desmoralizar, desestabilizar, enfraquecer uma categoria de profissionais intelectuais, críticos e politizados.
Ao longo da história da humanidade um poder maior como a igreja, o judiciário, ou governantes loucos sempre tentaram banir àqueles que tinham a capacidade intelectual e a coragem de alertar as imoralidades, os retrocessos, as corrupções, os criminosos camuflados de um sistema societário "doente". E é isso que o poder supremo do judiciário está fazendo agora, começando pelos jornalistas. Parte dos membros do Supremo Tribunal Federal não é digna de ocupar aquelas cadeiras e ser remunerada com grandes salários. Alguns ministros deveriam rasgar suas togas, mas em vez disso, são muito bem pagos por sua imoralidade, num sistema criado para a JUSTIÇA.
Mas, apesar de supremo, o STF não é absoluto. Há instrumentos judiciais que podem invalidar a decisão do STF contra os jornalistas, segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Então, que CUMPRA-SE o direto à liberdade de ser profissional diplomado de imprensa.
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