sábado, 27 de fevereiro de 2010

O espírito fraterno na Pró-Vida

A vida anda tão corrida que 24 horas parecem não serem suficientes para dar conta de todos os afazeres e compromissos. Corro contra o relógio. Por isso, mal consigo arranjar um tempinho para frequentar a Pró-Vida. Mas, posso dizer que se não vou à Pró-Vida, ela vem até mim.
Dia desses, eu estava deixando o estacionamento próximo de onde eu trabalho, pra variar saindo correndo, quando uma senhora, muito gentil, me chamou e disse que também era da Pró-Vida. No meu carro tem um adesivo da Pró-Vida.
Eu estava com pressa e atrasada para o meu compromisso, mas eu parei naquele momento e decidi "esquecer" o atraso. Aquela senhora que nunca me viu na vida foi tão simpática, considerando que eu era uma estranha para ela, porque tínhamos a Pró-Vida em comum.
A Pró-Vida estimula a energia boa que temos dentro de nós e faz com exercitamos os bons sentimentos, a cordialidade e a fraternidade no nosso cotidiano.
Ainda naquele fim de tarde, a senhora me avisou da palestra que aconteceria logo mais à noite, que seria ministrada por alguém que foi amigo do Dr. Celso Charuri. Infelizmente não pude assistir e trocar essa energia boa que existe na Pró-Vida.
Fica para a próxima e a "próxima" oportunidade virá e eu irei. É nisso que eu acredito.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fala, coração

O indivíduo que leva a vida como se fosse um produto fabricado em série tende a sofrer ao se deparar com as adversidades da vida. Não existe um manual de instrução que oriente você sobre qual é a peça do “lado de dentro” que está com defeito e precisa ser trocada. Cada indivíduo, como a própria palavra diz, é único. Só você sabe qual é a peça danificada dentro de você que necessita de reparo e não de “troca”. Não existe outra peça para ser reposta.
Quando você entender que ao seguir um padrão de comportamento e de interpretação imposto por um inconsciente coletivo só faz aumentar o seu complexo de culpa, o sofrimento acaba ou ameniza. Não é ignorando o problema na cabeça que você será feliz. O problema não pode ser “deletado”. Ele tem que ser enfrentado.
Feche os olhos, respire fundo e esqueça o comportamento e as ideias aprendidas ao longo da sua vida. Quem ouve o coração mantém a mente sã e vive uma vida feliz. O coração sempre aponta para o que provoca a felicidade.
(*) Essa reflexão surgiu após um papo sobre o comportamento humano , suas complexidades, dores e “feridas” mal curadas da alma. Quem segue o padrão social de civilização, vive na marginalidade pessoal.
Você está preparado para enfrentar a si mesmo?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Será????

Estudo aponta "benefícios" do pensamento negativo. Leia e tire suas próprias conclusões.


Pensamento negativo melhora memória e senso crítico

Além disso, pessoas de mau humor se mostraram mais capazes de defender suas ideias por escrito

Reuters

SYDNEY, Austrália - Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.

O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.

"Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e atento ao mundo exterior", escreveu Forgas.

"Nossa pesquisa sugere que a tristeza... promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes".

Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.

Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.

Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.

O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que "um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido".

O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science.

A matéria foi publicada no estadao.com.br